Se agosto tivesse um título, seria fechar circuitos. O + Alunos CRM já criava a página de captação, recebia o lead e acompanhava o funil — mas várias dessas etapas terminavam num ponto em que alguém da escola precisava resolver o resto por fora: pedir para a agência publicar, conferir planilha para não duplicar aluno, adivinhar se a campanha valeu a pena, mandar print no grupo do WhatsApp para avisar a equipe.
As atualizações deste mês ligaram essas pontas. Abaixo, o que mudou e por que isso muda a rotina de quem trabalha com matrículas.
Este anúncio trouxe matrícula? Agora dá para responder
A escola investe no Google e no Instagram e recebe do painel do anunciante uma métrica só: quantas pessoas preencheram o formulário. Só que preencher formulário não é matricular. Entre o clique e a assinatura do contrato existe um funil inteiro — e ele mora no CRM, não na plataforma de anúncios.
Agosto uniu as duas pontas. Cada clique em anúncio carrega identificadores na URL; o CRM os captura em três caminhos diferentes — na landing page e no formulário hospedados por nós, no botão de WhatsApp instalado no site da escola e nas integrações com plataformas de terceiros — e grava a origem na ficha do lead. A regra é a do primeiro clique: quem trouxe a família não é sobrescrito por uma visita posterior.
Com a origem na ficha, a escola configura metas de conversão: escolhe a campanha e a etapa do funil que representa sucesso para ela — "Visita realizada", "Matrícula efetivada", o que fizer sentido. O painel passa a mostrar, por campanha, quantos leads chegaram e quantos alcançaram aquela etapa. Há listas separadas para Google Ads e para Instagram, porque cada plataforma trabalha de um jeito.
Três correções de agosto tornaram esse número confiável:
- A captura da origem estava sendo perdida em dois pontos da entrega das páginas públicas. Corrigido — a origem voltou a chegar junto com o lead.
- A meta comparava o nome da campanha ("Matrículas 2026") com o texto que o anunciante escreveu no link ("matriculas-2026") e, por serem escritas diferentes da mesma coisa, contava zero mesmo com conversão real acontecendo no funil. Agora a comparação ignora acento, maiúscula e pontuação.
- A tela de publicação do botão de WhatsApp passou a dizer, na hora, as três condições necessárias para que a origem do anúncio chegue no CRM — em vez de deixar a escola descobrir semanas depois que não estava rastreando nada.
Os leads dos anúncios do Facebook e do Instagram também passaram a entrar sozinhos: a notificação do formulário do anúncio vira lead dentro do CRM, sem exportar planilha.
E o próximo passo é o mais interessante. Hoje o Google e o Meta otimizam os anúncios pelo que enxergam: quem preencheu o formulário. Como o CRM sabe quem avançou até a visita e até a matrícula, a etapa seguinte do nosso roteiro é devolver essa informação para as plataformas, para que elas passem a buscar famílias que matriculam, não apenas famílias que clicam. É um ganho de eficiência direto sobre a verba de mídia — e depende de dois pontos que conferimos junto com a escola: marcação automática ligada na conta de anúncios e volume mínimo de conversões para a plataforma aprender.
Construtor Web: modelos prontos para cada elemento
Quem monta uma landing page sabe onde o tempo vai embora: não é escrever o texto, é fazer o bloco parecer profissional. Agosto atacou exatamente isso. O Construtor Web agora oferece modelos prontos para os elementos internos da página — você escolhe uma composição e ela entra já montada, com estrutura, proporções e estilo resolvidos.
São cinquenta composições para o topo da página, trinta para o cabeçalho, trinta para o rodapé, trinta e sete para o menu, além de novos catálogos para perguntas frequentes, colunas, galeria e títulos. O seletor tem filtro por família visual e busca, e o cartão do catálogo mostra a peça como ela vai aparecer na página — não uma aproximação.
Chegaram também blocos novos: tabela (editada na própria tabela), tabela de resposta, preenchida por quem responde o formulário, âncora para navegar entre seções, e o bloco de menu em três formatos. O rodapé, que era fixo, virou editável.
A landing page ganhou janela: um botão abre um pop-up sobre a página, com texto, imagem ou o próprio formulário dentro — útil para não empurrar a família para outra página só para preencher três campos. E o botão do cabeçalho passou a escolher o que faz: abrir um endereço, levar a uma seção da própria página, chamar o WhatsApp ou abrir uma dessas janelas.
Editar sem tentativa e erro
Quem já tentou alinhar dois blocos "no olho" vai reconhecer as novidades: uma régua de layout que concentra todos os espaçamentos sobre o elemento selecionado, encaixe magnético entre blocos vizinhos ao redimensionar e zoom para trabalhar em detalhes sem alterar o resultado final.
Do lado do conteúdo, a formatação global dos textos define fonte, tamanho e cor de uma vez para a página inteira, em "Definições → Textos da página". Imagem de fundo passou a existir em todos os construtores, o corte de imagem é feito dentro do CRM e o seletor de imagens ficou único, com três origens: o repositório de arquivos da escola, o computador e a geração por inteligência artificial. O seletor de cor ganhou a opção "Cores do projeto", para a peça não sair da identidade visual da escola. Os rótulos dos campos agora aceitam negrito, itálico e sublinhado, em todos os construtores — formulário, landing e botão de WhatsApp.
Publicar deixou de depender de alguém de TI
Esta é uma dor real: a peça fica pronta em vinte minutos e leva duas semanas para entrar no ar, porque depende da agência que cuida do site.
A escola publica no domínio próprio, com o apontamento feito automaticamente pelo CRM. A mesma tela gera o QR Code para banner, mural e material impresso, e um guia de publicação em PDF ou por e-mail — com o passo a passo pronto para mandar para a agência. A instalação do botão de WhatsApp virou um roteiro de três passos: gerar, instalar, validar.
Uma mudança discreta e importante: publicar passou a congelar a versão que está no ar. Antes, salvar uma edição já alterava a página pública — quem estava no meio de um ajuste corria o risco de a família ver a peça pela metade. Agora o visitante continua vendo a última versão publicada até você clicar em "Publicar", e a barra do construtor avisa "Alterações não publicadas" enquanto houver diferença entre o que está salvo e o que está no ar.
No catálogo, as peças agora se organizam em pastas por coluna, e duplicar um recurso gera uma cópia desativada, sem risco de duas versões disputando o mesmo endereço.
A base da secretaria entra no CRM sem virar duplicidade
O CRM avançou bastante na conversa com os sistemas de gestão escolar. A integração com o Sophia foi construída neste mês, e as integrações com Sponte e ActiveSoft receberam correções importantes — inclusive a regra que decide qual matrícula representa o aluno quando ele tem várias no sistema.
Três melhorias valem para todas elas: a importação não duplica registros que já existem na base, existe um histórico de execuções para acompanhar cada rodada, e a importação preenche a ficha — anotação no lead e dimensões da oportunidade, como curso, série, turma e período — em vez de apenas criar o registro cru.
Quem usa RD Station também foi contemplado: a importação de contatos ficou segura contra repetição e a migração de perdas históricas passou a trazer a campanha e o motivo corretos, em vez de jogar tudo numa campanha só.
Corrigimos ainda um detalhe que estragava relatório: entre as 21h e a meia-noite, a importação carimbava matrícula e cancelamento com a data do dia seguinte, porque o servidor contava o dia pelo relógio de Greenwich. O "hoje" do CRM passou a ser sempre o dia no horário de Brasília.
Mais controle sobre o funil
Mover um card deixou de exigir registro de ação em toda etapa: a obrigatoriedade ficou reservada aos desfechos, conversão e perda. A lista de "ação ao mover" passou a ser a mesma em todas as telas, o que acaba com a confusão de uma opção existir na configuração e não aparecer no uso.
Entraram também dois guardrails pedidos por quem opera: aviso antes de gravar em campanha encerrada e uma trava opcional de período de campanha, ativada escola a escola. Nas listagens, chegou o filtro por motivo da perda em Oportunidades — respeitando a campanha em que a perda aconteceu — e o filtro de Alunos ficou mais navegável, com série e turma colapsáveis e o operador "em branco" para achar o que está faltando preencher.
O funil ao vivo para a equipe inteira
Kanban e agenda passaram a se atualizar sozinhos: quando alguém move um card ou marca um compromisso, quem está com a tela aberta vê na hora. Mudanças de configuração e de campanha também chegam sem F5, e a aba deixada aberta o dia inteiro se atualiza ao voltar. A agenda do Google entrou no mesmo ritmo — o CRM passou a ser avisado pelo Google quando algo muda, além da sincronização periódica.
WhatsApp: quando a mensagem não sai, a escola fica sabendo
Existia um silêncio ruim no atendimento: se o WhatsApp recusava a entrega, a conversa continuava mostrando a mensagem como enviada. A secretaria só descobria que a família não recebeu nada quando a família não respondia. Agora a falha de entrega vira um aviso na hora, em português, na própria tela de quem enviou — e as recusas passaram a aparecer no painel de erros para acompanharmos o que está acontecendo com a escola.
Junto com isso, uma correção de raiz: números estrangeiros estavam sendo tratados como se fossem brasileiros, com o código do Brasil colado na frente. A mensagem de entrada chegava, mas toda resposta morria com "este número não existe". A conversa com quem está fora do país voltou a funcionar.
Produtividade: mover recursos entre espaços de trabalho
Os workspaces do CRM organizam o trabalho da escola por assunto — Campanha de Matrículas, Secretaria, Núcleo Pedagógico. O problema aparecia quando o assunto mudava de dono: a campanha acabava e as notas, as listas de tarefas e os compromissos ficavam presos no espaço antigo.
Agora é possível mover recursos de um espaço de trabalho para outro: uma pasta de notas com todas as notas dentro, uma lista de tarefas completa (com itens, colunas, notas e alertas), os compromissos do calendário e os relatórios compartilhados. O conteúdo é somado ao destino — nada é apagado lá — e a operação exige que a pessoa seja dona dos dois espaços, para que ninguém mova o trabalho de outra equipe sem querer.
No mesmo módulo, o chat interno ganhou mídia, emoji e envio imediato da mensagem, as tarefas passaram a aceitar arquivos vinculados com contagem visível no card, e o repositório mostra miniaturas reais dos arquivos.
Lançamento: o chat da equipe chega ao aplicativo
A novidade principal do mês no celular é o chat interno no aplicativo. A conversa da equipe passa a acontecer dentro do CRM, no telefone de quem está na rua: texto, áudio, foto e documento, com notificação e conexão ao vivo — a mensagem aparece na hora, sem recarregar nada. Quem trabalha em campo e só usa o celular participa das conversas da equipe em vez de depender de um grupo paralelo de WhatsApp.
A conversa foi desenhada para não exigir aprendizado: cada pessoa aparece pelo nome, a bolha usa a cor de quem escreveu, o anexo abre uma janela para escrever a legenda antes de enviar e o áudio se grava segurando o microfone — soltou, enviou, como todo mundo já faz no WhatsApp. A tela abre direto na última mensagem, o teclado não cobre a conversa e o fundo acompanha a cor do espaço de trabalho.
A lista reúne todas as conversas da pessoa, de todos os espaços de trabalho, num lugar só — cada card diz de onde a conversa vem. No aplicativo não é preciso escolher um espaço para depois achar com quem falaram com você.
Com o chat dentro do aplicativo, ficou evidente que a tela de abertura estava perguntando a coisa errada. Ela pedia primeiro onde — em qual espaço de trabalho você quer entrar — para só depois oferecer o quê. Quem abre o aplicativo no corredor da escola não pensa assim.
A abertura passou a ter seis destinos fixos: Registrar Visita, Dashboard, Agenda, Tarefas, Anotações e Chats. O espaço de trabalho saiu da porta e virou o que sempre foi — um contexto que se troca dentro de Anotações, Tarefas e Alertas. Na barra de baixo, Chats ocupou o lugar de Alertas, com contador de mensagens não lidas; os alertas continuam no sino do cabeçalho, também com contador. É uma troca de critério: a barra guarda lugares onde se trabalha o dia inteiro, não caixas de entrada.
O aplicativo inteiro ficou mais rápido de usar no que se sente sem saber nomear: a troca de tela vai até o fim, sem corte seco no meio do caminho; o toque em um atalho busca o conteúdo antes de navegar, então a tela abre pronta em vez de abrir vazia e ir se preenchendo; e a troca entre tema claro e escuro passa a valer na hora, em todas as telas.
O Android também ganhou um widget de agenda na tela inicial, com os compromissos do dia visíveis sem abrir o aplicativo, e o desbloqueio biométrico ficou previsível, com uma regra única.
Quer ver isso na operação da sua escola? Agende uma apresentação e conheça o rastreamento de anúncios até a matrícula, o construtor com modelos prontos, as integrações com o sistema de gestão, o funil ao vivo para toda a equipe e o aplicativo que a equipe de campo usa no dia a dia.
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